segunda-feira, 25 de setembro de 2017

A Outra Sombra - Onde comprar?


Olá, pessoal.

Sempre recebo e-mails de pessoas querendo saber onde podem comprar o livro. Bem, listei abaixo alguns sites onde você encontra A Outra Sombra tanto na versão impressa como na digital. Basta clicar na imagem.

É isso!


Um abraço!








Já leu?... Então, por favor, avalie o livro no SKOOB ;)

Fale com o autor: max@maxmorenooficial.com.br


quarta-feira, 20 de setembro de 2017

“O Cemitério”, de Stephen King, pode ser adaptado para os cinemas




It: A Coisa já é um sucesso estrondoso e Andy Muschietti — o diretor do filme — já está dando pistas de filmes que gostaria de trabalhar depois que terminar a adaptação de It. Em uma entrevista a revista EW,  Muschietti disse que, se pudesse escolher uma nova obra de Stephen King para adaptar, escolheria “O Cemitério“, o primeiro livro de King que ele leu na vida. Ele declarou:

“Minha afeição por O Cemitério vai seguir comigo até eu morrer. Eu sempre sonharei com a possibilidade de fazer um filme dessa obra.”

A irmã de Andy e produtora dos filmes do diretor, Barbara Muschietti, revelou que eles inclusive já leram roteiros de uma adaptação do livro e que gostariam de fazer justiça a obra caso produzissem o longa:

“Vamos ver quem consegue fazer esse filme antes! Mas Cemitério foi o primeiro livro do King que nós lemos e é o livro mais pessoal dele. Você consegue imaginar a sua jovem família. O que ele vai fazer pra manter sua família? Até que ponto ele vai chegar? Mas nós gostaríamos de fazer justiça ao livro da mesma forma como fizemos com It: A Coisa. As versões que lemos nos últimos anos, na nossa opinião, não representam bem o livro.”

Mas o diretor do filme de terror mais bem sucedido da história tem uma competição grande pela frente, Guillermo Del Toro também tem interesse em adaptar a obra:

“Livro do dia: O Cemitério de Stephen King. Muito sombrio e emocional. Li compulsivamente. Mataria alguém pra fazer um filme disso.”


Por enquanto Andy Muschietti só está agendado para dirigir o capítulo 2 de It: A Coisa, que deve estrear em 2019.


quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Novo livro de Dan Brown, 'Origem' - Leia o primeiro capítulo

Romance que traz como protagonista Robert Langdon chega às livrarias no dia 3 de outubro


O professor Robert Langdon está de volta após quatro anos de espera. A Editora Arqueiro, que publica a obra do best-seller Dan Brown no Brasil, divulgou hoje o primeiro capítulo de "Origem", o novo romance do escritor, que chega às livrarias do mundo todo no dia 3 de outubro.


Principal protagonista dos romances do best-seller americano Dan Brown — presente em "Anjos e demônios" (2000), "Código Da Vinci" (2003), "O símbolo perdido" (2009) e "Inferno" —, o professor de Harvard, especialista em simbologia e iconografia religiosa, viaja para Bilbao, na Espanha, acompanhar o anúncio de uma descoberta que iria mudar a ciência para sempre.

O responsável pela apresentação no icônico Museu Guggenheim é Edmond Kirsch, um bilionário de 40 anos que se tornou globalmente conhecido por suas invenções tecnológicas e suas previsões audaciosas. Kirsch foi um dos primeiros alunos de Langdon em Harvard e promete responder a duas questões fundamentais sobre a existência humana.

No meio do evento, entretanto, irrompe o caos e a descoberta pode ser perder para sempre. Ao lado da diretora do museu, Ambra Vidal, ele voa para Barcelona numa saga para localizara senha que pode abrir o segredo de Kirsch. A trama, bem ao estilo de Brown, mistura fatos históricos, extremismo religioso e arte.

Leia AQUI o primeiro capítulo.

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Leia trechos da biografia 'Rogéria — Uma mulher e mais um pouco'

Livro escrito por Márcio Paschoal foi lançado em outubro de 2016


Há um ano, Rogéria, nascida Astolfo Barroso Pinto, repassou sua trajetória na biografia "Rogéria — Uma mulher e mais um pouco" (Sextante), assinada pelo jornalista Márcio Paschoal. A atriz e cantora morreu na noite dessa segunda-feira, aos 74 anos. Leia trechos:

As reinações de Tofinho

Astolfinho não gostava de brincar de bonecas (na verdade, tinha pavor delas), mas já se notavam nele alguns trejeitos femininos. Descia as escadas puxando um pano, como se fosse um vestido longo. Alguns comentários de que o filho parecia uma menininha não abalariam nem modificariam o comportamento de sua mãe.

Com espírito de liderança, Astolfinho logo se tornou chefe da sua turma de amigos. Falante e carismático, comandava o grupo que se aventurava pela vizinhança, descobrindo novidades. Havia uma ponte nas proximidades, e os meninos iam lá para pegar rã. Tofinho deu com uma cobra-d’água e ficou em pânico, histérico. Os meninos estranharam, mas ninguém se atrevia a zombar dele. Tinha faniquitos, mas era bom de braço. Todo mundo já desconfiava que ele era meio viadinho, mas ninguém falava nada. Pelo menos, na sua frente.

Adolescência

A cada dia aumentava nele a vontade de se vestir de mulher. Seria uma forma de se expressar, relacionada a roupas, sapatos, maquiagem, adereços e acessórios, enfim, com a caracterização feminina. Já se sentia meio mulher, e era como se, ao se vestir assim, acalmasse uma angústia com a qual ele mesmo não conseguia atinar. Era Carnaval, e Astolfinho, então com 14 anos, viu ali uma oportunidade única: colocou um maiô Catalina preto, uma saia amarela e um chapeuzinho para disfarçar o cabelo curto. Não se maquiou nem pôs peruca. Era o suficiente. Todos que passavam por ele mexiam “Que lindinha!”, “Vai aonde, gracinha?”. Astolfinho estava adorando. O azar foi sua tia Neusa o flagrar passando e logo contar a Eloah. Resultado: uma bronca daquelas e, como castigo, o fim do Carnaval para ele. Na realidade, a bronca da mãe não era propriamente por ele se fantasiar daquela maneira, mas sim por deixar-se ser visto.

O padrasto

Astolfo vivia a postura mais neutra dos travestis. Não precisava sobreviverda venda de sexo, não se intoxicava de drogas e álcool, não deformava o corpo com injeções de silicone industrial ou óleo Nujol, não passava pelas agruras que eles passavam na tênue linha que separava o normal e o aceito da marginalidade. Astolfo era gay e adorava fantasiar-se de mulher, mas não praticava o estilo travesti de vida. Também se sentia feliz como homem. Especialistas em sexualidade entendem que os travestis, em sua grande maioria, são biologicamente identificados com o seu sexo de nascimento. O padrão comportamental é sentirem-se, ao mesmo tempo, como homens e mulheres, não cogitarem mudar o sexo biológico e terem, geralmente, atração por pessoas do mesmo sexo.

A transformação

Com os hormônios, cabelos louros, depilada e magra, unhas longas e quadradas (dica dos tempos de vedete com Carmen Verônica), só lhe faltava uma correção no nariz. A cirurgia de um dia foi realizada numa clínica no 6ème arrondissement. Pronto! O encontro de Astolfo com seu lado mulher estava terminado. Agora Rogéria passaria a incorporar o lado feminino em seu cotidiano parisiense 24 horas por dia. O teste final aconteceria no metrô de Paris, entre as estações de Pigalle e Montparnasse, na companhia da transformista Dany Dan e da transexual Capucine. “Vamos ver se você passa por mulher, vagabunda, bicha ou homem”, disseram. Rogéria, de rabo de cavalo, vestido simples e um salto não muito alto, recebeu alguns olhares de cobiça, mas ninguém riu nem debochou dela. A maioria das pessoas sequer tomou conhecimento. Rogériahavia passado no teste, com louvor. Estava pronta. Overedicto foi de Dany: “Tu es prêt à voler!” Você está pronta para voar.

Leia mais aqui.

Fonte: O Globo


terça-feira, 29 de agosto de 2017

Livro "13 Razões para Votar no PT"



Chega às livrarias nesta semana o livro "13 Razões para Votar no PT" (editora Matrix). A obra satírica traz na capa frase de Marco Antonio Villa, da Jovem Pan ("o melhor livro que o Lula já leu"), e, nas orelhas, textos de Kim Kataguiri ("a maior obra jamais escrita por um petista") e de Danilo Gentili ("conseguiu descrever a inteligência e o caráter daqueles que defendem Lula e o PT"). Dentro, há 73 páginas em branco. O livro é cópia de "O que se Perde Sem Maluf", lançado nos anos 1980.


segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Apenas 37% das editoras brasileiras produzem e vendem e-books

Censo do Livro Digital mostras que mercado ainda engatinha no Brasil


Apenas 37% das editoras brasileiras produzem e vendem e-books. Já as receitas com a comercialização de livros digitais representam 1,09% do faturamento total das editoras, alcançando R$ 42.543.916,96. Esses números, que revelam uma chegada ainda tímida dos e-books no país, foram revelados pelo 1º Censo do Livro Digital, uma iniciativa inédita do Sindicato Nacional dos Editores de Livro (Snel) e da Câmara Brasileira do Livro (CBL).

O estudo, realizado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), analisou dados relativos ao ano de 2016 de 794 editoras, das quais apenas 294 trabalham com livros digitais. O objetivo foi fazer um diagnóstico dos e-books no país que sirva de base para comparação nos próximos anos. A Fipe já realiza, anualmente, a Pesquisa Produção e Vendas do Mercado Editorial Brasileiro.

Para Marcos da Veiga Pereira, presidente do Snel, a primeira reação ao ver o resultado do censo foi de surpresa. Pereira ressalta que as obras autopublicadas nas plataformas da Amazon e da Saraiva não foram computadas porque as empresas não abrem os números.

— A surpresa foi a quantidade de editoras que produzem e comercializam e-books no Brasil. É um índice abaixo do que eu esperava — diz Pereira.

Já Luís Antônio Torelli, presidente da Câmara Brasileira do Livro (CBL), admite certa decepção com o número, mas acredita numa influência negativa da crise que afeta o setor há alguns anos.


— Estamos vivendo uma crise horrorosa. Temos observado uma queda do número de novos ISBNs (que reflete um número menor de lançamentos). O e-book ainda é uma novidade que exige investimento para ser bem feito. Acredito que as editoras estejam com o pé no freio — afirmou Torelli.

Fonte: O Globo

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Biblioteca Nacional lança aplicativo

Disponível para Android e IOS, aplicativo permite que o público consulte o acervo da instituição



Biblioteca Nacional lançou um novo aplicativo gratuito para as plataformas Android e IOS, que permite a consulta ao acervo da instituição a partir de dispositivos móveis.

O aplicativo oferece recursos de busca por título da obra, nome do autor e assunto; também é possível filtrar pelo tipo material – álbum, atlas, dissertação, gravura, livro etc. –, bem como pelo acervo no qual a obra está registrada, de acordo com classificação das obras no sistema da BN – Ausentes, Cartografia, Iconografia, Obras Raras, Manuscritos, Música, Periódicos, Periódicos Raros, Referência e Testes e Dissertações. Por fim, o usuário pode marcar a opção de busca apenas por objetos que possuem conteúdo digital associado.


Liana Amadeo, Coordenadora Geral do Centro de Processamento e Preservação da Biblioteca Nacional, justifica: “a Biblioteca Nacional ficou ainda mais acessível para estudantes e pesquisadores. Isso corta as amarras: você tem a Biblioteca Nacional literalmente na palma da mão”.